quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Quem devemos amar ?





“Ouvistes que foi dito: Amarás o teu próximo, e odiarás o teu inimigo. Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem; para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus”, (Mateus 5:43-44).
Esta palavra de Jesus é o que diziam os mais antigos diziam, e não o que a Palavra de Deus dizia, pois o Antigo Testamento nunca nos disse para odiarmos alguém, mas para amarmos a todos, sem acepção de pessoas.
É muito fácil amar os que nos amam, o difícil é amar quem nos faz mal, quem nos prejudicou, quem é o nosso concorrente ou adversário, amar os que não nos amam.
Este amor que Jesus fala não é amor por emoção, de sentimento, carnal, e sim o amor ágape, que mostra atitude, que faz algo de bom pelo próximo, é o amor divino e não humano.
Quando não amamos o nosso próximo, nós é que somos prejudicados, tendo problemas de saúde, (stress, problemas cardíacos, etc), amargura, tudo isso rouba a nossa paz, e ficamos prisioneiro de sentimentos ruins. Nossos relacionamentos com os homens se quebram e o relacionamento com Deus também.
Quando lançamos bênçãos, somos mais abençoados que o nosso próximo, pois Deus faz com que estas bênçãos venham sobre nós de alguma forma. Somos beneficiados quando começamos a amar as pessoas, somos tomados por sentimentos de misericórdia e compaixão e, as pessoas podem contemplar os milagres de Deus em nós e através de nós.
Isso que Deus nos pede não é algo impossível. Amar aos nossos inimigos pode ser difícil, mas Deus sempre pode nos capacitar. Alem do mais, perdoar e amar o nosso próximo trás cura e reconciliação. Devemos desejar ter um coração conforme o coração de Deus.
Reter o perdão trás estagnação à nossa vida, inclusive na área espiritual, pois enquanto não perdoamos também não somos perdoados por Deus. “Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós;
Se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai vos não perdoará as vossas ofensas”, (Mateus 6:14-15).
O que precisamos fazer para aprender amar nosso próximo ?
Devemos começar orando, primeiramente por nós mesmos. Devemos falar a Deus o que temos vontade de dizer e
fazer pelo nosso próximo, (mesmo que sejam coisas ruins), e pedirmos ajuda divina para amá-lo conforme a vontade de Deus e para que Ele venha transformar nosso coração.
Depois devemos orar pelas pessoas que não conseguimos amar, dizer a Deus que abençoe esta pessoa, que abençoe sua família e quer que Ele as guarde. Aprender a ter empatia pelo seu próximo. É bom saber se colocar no lugar das pessoas antes de julgá-las e é bom olhá-las com os olhos de Deus. Ele não despreza ninguém.
Confessar a nossa própria culpa. Não importa se erramos 5% e o outro os 95% restante. O que importa é que
nós podemos ter feito algo que entristeceu, magoou e que gerou sentimentos ruins no coração de outra pessoa e é preciso reconhecer nossas falhas.
Aprender a imitar a atitude de Jesus na sua crucificação. Em meio a tantos sofrimentos Ele não deixou de amar os seus inimigos. Temos que ser como a Cristo, sermos seus imitadores. “E disse-lhe Jesus: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no Paraíso”, (Lucas 23:43).
Nós como homens, seres humanos, somos essencialmente maus, capazes de fazer as maiores barbaridades. Se não as cometemos é porque Deus tem nos concedido a graça.
Deus nos amou, mesmo antes de nos arrependermos de nossos pecados. Então, também deveríamos amar nossos inimigos e deixar Deus agir em nossas vidas. Devemos amar, não importa a quem, mas amar.
Que Deus nos abençoe.

Pastor Wanderley

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011





Neste Momento?

De prazeres agora me desfaço;
De dizeres agora me afasto;
Uma vida tenho em vista;
Suponho ser altruísta;
Capaz de dizer que sinto;
Fazendo perguntas ao infinito;
Minha mente cheia pesada;
Nuvem negra esconde alvorada;
Olhar e dizer o que é;
Guardar no coração fé; 
Sabedoria de jovem mente;
A luz do meu amanhã existente;
Sofridos dias de decisão;
Eu no epicentro do furacão;
Chegarei até o fim de mais um calendário?
Minha vida será um filme de final hilário?
Humor negro talvez;
Não, cinza chumbo esse víeis;
Os dias silenciosos e cinzas;
Da Inglaterra de minha vida;
Trazem a mim lembrança...
De como é bom ser criança; 
Que brinca se diverte com a fantasia;
Conhece o verbo amar e toda primazia;
Ainda me resta o coração com herança;
Que nunca abandona a esperança;
Posso viver assim daqui para frente;
Até que o sol ache seu poente;
As aves já não gorjeiam como antes;
Paro e penso por todos os instantes;
Não vejo mais cor no azul do céu;
Não tenho mais obrigação de um papel;
Espera da esperança é enorme;
Enquanto isso, lagrimas escorrem;
Até o dia que vira o consolo que espero;
Vindo de sua mão talvez o mais belo;
Não há comparação com este 
refrigério.












Por Deny Silva

Servir a Deus ajudará você e a sua família a enfrentar os desafios modernos





Para seus irmãos efésios, Paulo escreveu: "Portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios, e sim como sábios, remindo o tempo, porque os dias são maus" (Efésios 5:15- 16). Quanto pior for o ambiente no qual os cristãos têm que morar, se torna mais necessário tomar cuidado e ser forte no serviço ao Senhor.
Agora nestes tempos modernos os cristãos têm idéia sobre o que Paulo queria dizer quando ele falou que os "dias são maus". De quase todas as direções, nossa cultura ameaça nossa fé. A pessoa que leva a sério o seu relacionamento com Cristo não pode evitar ficar preocupado sobre o que espera no futuro. E para muitos de nós, a sobrevivência espiritual de nossas famílias é a preocupação maior. Os desafios modernos à família são tão mortíferos quanto reais.
A onda de promiscuidade sexual que resultou da Revolução Sexual atira contra o coração da família: o relacionamento de uma só carne, fiel e de ambos os lados entre marido e mulher. A homossexualidade promete redefinir o próprio conceito do que é uma família. O divórcio em abundância tem tornado impossível uma criança ter a certeza que o seu lar ficará unido até crescerem. Os movimentos dos direitos da criança e da paternidade social discutem que as crianças devem ser criadas pelo estado e não pelos seus pais. O aborto, o suicídio e a eutanásia têm implicações preocupantes na família. A mídia de entretenimento, o sistema educacional e o estado de bolsas financeiras todos estão arrumados contra a família tradicional. Ao todo, é um monte de forças ali que enfrentam a família de hoje.
O que podemos fazer para enfrentar estes desafios? Podemos servir a Deus fielmente nas nossas famílias! Pode ser uma idéia simples, mas é verdadeira: servir a Deus sempre tem sido a melhor maneira de nos manter fortes espiritualmente e sobrevivermos aos ataques de uma cultura hostil.
Pense, por exemplo, sobre os três amigos de Daniel. Na história familiar de Daniel 3, Sadraque, Mesaque e Abede-Nego foram fortes o suficiente a arriscarem as suas vidas ao invés de adorarem a imagem que Nabucodonosor havia colocado. Ameaçados com a morte, simplesmente disseram, "Ó Nabucodonosor, quanto a isto não necessitamos de te responder. Se o nosso Deus, a quem servimos, quer livrar-nos, ele nos livrará da fornalha de fogo ardente e das tuas mãos, ó rei" (Daniel 3:16-17). Há mais do que uma ligação de coincidência entre a força destes homens em Deus e o serviço anterior deles para Deus. Eles tinham o que era preciso para passar nesta prova porque estavam servindo a Deus mesmo antes da prova chegar.
Os mesmos princípios governam a força espiritual das nossas famílias. Se, como famílias, amamos verdadeiramente ao Senhor e ao nosso próximo (Mateus 22:37-39), se nós verdadeiramente nos entregamos ao Senhor (2 Coríntios 8:5), e se servimos "a Deus de modo agradável, com reverência e santo temor" (Hebreus 12:28), encontraremos o que for necessário para superarmos a dificuldade. Para espantar a doença espiritual e a destruição, uma família precisa de um "sistema imunológico", e o sistema imunológico que Deus pretendia que as famílias tivessem é fortalecido dia-a-dia no processo de servi-lo. Não há atalho. Sem os recursos que são fortalecidos desta maneira, realmente não há nada que possa proteger uma família das influências devastadoras com as quais temos que lidar agora.
Em primeiro lugar, servir a Deus é o que fortalece a fé. A maioria das ameaças modernas à família surgiram de uma filosofia humanística que nega a existência de Deus. A fé que é realmente de Deus, a confiança nele pessoalmente, é o que é necessário para enfrentar estes desafios. Muito tempo atrás, João escreveu, "porque todo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé" (1 Joâo 5:4). Não há nenhum comprimido que podemos tomar que nos dará esta fé que vence o mundo. A fé é ganha no processo diário de servir a Deus da melhor maneira possível de acordo com o nosso entendimento.
Em segundo lugar, servir a Deus é o que constrói o caráter genuíno da pessoa interior. Os maiores perigos que as nossas famílias enfrentam hoje são aqueles que atacam o nosso ser mais interior, a nossa própria natureza como seres criados na imagem de Deus. A força que requer para lidar com tais perigos é a força de um profundo caráter piedoso. Paulo orou para que seus irmãos fossem "fortalecidos com poder, mediante o seu Espírito no homem interior" (Efésios 3:16). O caráter não é fortalecido descansando numa poltrona; é desenvolvido no trabalho ativo de servir a Deus. As famílias de hoje que esperam sobreviver a tudo que está se passando irão precisar de mais do que a força superficial daqueles que meramente falam a respeito do Senhor. Precisamos do verdadeiro caráter que vem do serviço diário, genuíno a Deus.
Em terceiro lugar, se as nossas famílias conseguirão encarar os desafios modernos, devemos gozar de relacionamentos ricos e profundosentre os membros da família. Estes relacionamentos não acontecem sozinhos, desenvolvem e aprofundam através do tempo que servimos ao Senhor. O que é verdadeiro na congregação local não é menos verdadeiro em nossas famílias físicas: a força vem "segundo a justa cooperação de cada parte" (Efésios 4:16). A maior força no mundo é a força daqueles que cresceram e ficaram fortes servindo ao Senhor juntos. Servir ao Senhor enriquece as nossas relações familiares, e fazendo isto põe nestes relacionamentos uma força que dificilmente pode chegar de outra maneira.
Acontece que servir a Deus faz mais uma coisa para nós. Nos dá coragem! Sem a coragem, estamos perdidos. Paulo encorajou aos coríntios, "Sede vigilantes, permanecei firmes na fé, portai-vos varonilmente, fortalecei-vos" (1 Coríntios 16:13) A famíla piedosa que sobrevive a cultura moderna e supera no Senhor não é aquela que se compromete covardemente com o mal. Ela corajosamente se posiciona pelo que é verdadeiro e bom. Por fim, a coragem da qual as nossas famílias precisam hoje em dia é formada nos nossos corações enquanto experienciamos a realidade de viver a vida em Cristo. Temos que fazer mais do que freqüentar os cultos da igreja; temos que "saborear" que o Senhor é gracioso (1 Pedro 2:3). Quando fizermos assim, as nossas famílias terão o tipo de poder do qual o diabo foge.

por Gary Henry