segunda-feira, 31 de outubro de 2011




A Colheita
(Mateus 9:37,38 e Marcos 16:15)


Vamos à colheita,
A grande missão da nação eleita,
A ordenança que nos foi feita.


A batalha dura e árdua,
Onde temos uma arma,
A palavra que é a nossa espada.


Foi-nos garantido vitória,
Não devemos temer nesta hora,
Confiemos em que nos enviou para esta tão valorosa obra.


As almas sedentas que evangelizamos,
E das amarras em fim as livramos,
Contaremos sim, mais um triunfo que bradamos.


O ceifar ainda não chegou ao fim,
É necessário discernimento para você e para mim,
Ai então nos será concedido grande prêmio sim!


Não paremos ante as dificuldades,
Continuemos firmes em Cristo a rocha da verdade,
Pois assim conseguiremos lutar e vencer o bom combate.


A palavra que não volta vazia,
A nossa força todos os dias,
Não nos faltará de Deus a sua sabedoria.


Em uma só fé,
Derrubemos as muralhas que estão de pé,
Cairão e não restará uma pedra erguida sequer.


Grande é a ceara,
Mas volta a esperança depois de mais uma alvorada,
É a força, o ânimo para prosseguir na jornada.


Então em um grande alarido declaremos,
É chegada a hora em que com nosso senhor venceremos,
Em todos os lugares desta terra surtida será a colheita que veremos.


Por isso Ide e pregai boas novas a todos,
Vamos reconstruir os corações do nosso país em escombros,
Mostra a eles como é maravilhoso,
Maravilhoso o amor do nosso bom Deus glorioso.


por Deny Silva

quinta-feira, 27 de outubro de 2011




Ascensão, Apogeu e Ainda Não Tem Fim?



Aparte, descarte,
Em meu peito encerrado decepção, 
Mais um rito,
A liturgia da ilusão.

A arte, desgaste,
Tudo se dá por coração,
Uma luz no caminho de só escuridão.

Vistes, olhastes?
É o tempo doloroso de dores,
Momento, medos e temores.

Ouvistes, sentistes?
São gritos, alaridos sem amores,
Sem par e sem cores.

E chorar, gritar,
Tal vez eu sim, em alta voz,
Ou sussurrar por tal algoz.

Alcançar pra voar,
Ser mais veloz,
E sonhar logo após.

Firmamento, isento,
Eu destoei do resto dos seres,
Mas são apenas comuns dizeres.

Como vento me apresento,
Como humanos todos aqueles,
Vez brisa, vez tempestade deles.

O terno e o eterno,
Um busca incessante,
Que se eternizem os alegres instantes.

Teu sol belo e sincero,
Tua  luz do dia ofuscante,
Abro os olhos, sabedoria a minha frente.

Razão, furacão,
Eu no meio da tempestade,
E seu raio de sol distante de meus olhares.

Emoção, lógica de coração,
Interpretar os sinais e alardes,
Amar teus preceitos e suas eternas qualidades.

Assim sou eu, assim eu sou,
Estranho, não me entendem,
Chamam-me de louco, loucos não me compreendem.

E assim eu sou, assim sou eu.
As palavras duras já não me ofendem,
Pra que resistir?
Guerras por muito tempo não se estendem.





Por Deny Silva

terça-feira, 25 de outubro de 2011




Dias


Dias comuns,
Nus a vista de olhos sábios,
Mas ainda assim a esperança os pôs.

Dias perplexos,
Reflexos de um ser ainda confuso,
E ainda na busca dos verbos singelos.

Dias destoantes,
Mais pertos que distantes,
Dias onde não há nem sombra do ser de antes.

Dias amenos,
Dias a mais, contados,
Deixados pra trás pelo encanto.

Dia e raio sol,
Resplandece o invisível,
O que por coração é notável.

Dia sorrir,
Sentir pulsar coração aqui,
Só por ver essa manhã de beleza cingir-se.

Dias de espera,
Um olhar que emoção gera,
Dilacera dentro de mim todo mal, esperança como aquela.

Dias de contagem,
Dias, as horas e os segundos juntando coragem,
Para dizer que meu coração voa essa viagem.

Dias e luz dos olhos,
Atalhos a meu coração dantes velado,
Agora em aberto agora pela sabedoria e vivificado.

Dias antes de fim,
Mas veio a alvorada assim,
E descobrir amor verdadeiro no fundo do peito, bem aqui.




Por Deny Silva